MERCADO ENERGÉTICO GLOBAL

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    O mercado das energias renováveis teve um grande incremento na década anteriro e a tendência é continuar a crescer, com uma diminuição de custos e benefícios para as economias locais.
    Cada Pais traça os seus objectivos nacionais, que podem ser medidos através de determinados " targets": Metas de capacidade de geração (Mw), percentagens objectivo para geração, conusmo ou compra por parte de utilities (%) a partir de fontes renováveis, Wind Power Production Incentive, Leilões de energia por fonte ou pelo Mandatory Renewable EnergY Targer (MRET).
     Para atingir cada objectivo cada Pais utiliza incentivos:A) Investimento directo de capital através de subsídios para projectos, B) Prémio para energia gerada , C) Obrigatoriedade de compra para as utilities, D) Desenvolvimento de mercado para energia verdes, E) Leilões Específicos por fonte.

   
Alguns números globais:

     -China: nova meta de 15% de energia primária a ser produzida por FER, (actualmente 7,5%) em 2020: 300GW
hidro, 30GW eólica, 30GW biomassa, 300 milhões m2 água quente solar;

   - França: 21% de electricidade em 2010,7% de energia primária em 2010 e 10% em 2015;

    -Holanda: 9% de electricidade em 2010, 10% de energia primária em 2020;

    -Tailândia: 8% de energia primária em 2011 (2.200MW em 2011 face a 860MW em 2005);

     - Espanha: 12,1% energia primária em2010 (6,9% em 2004),

     - Illinois: 8% em 2013 (2% em 2006);

    - Áustria acrescentou à tarifa feed-in a possibilidade de subsídios ao investimento (€17M/ ano);

    - República Checa estendeu tarifa feed-in a todas as renováveis;

    - França estendeu tarifa feed-in a repowering e renovações;

   - Grécia reduziu requisitos de licenciamento,definiu novas tarifas, inclui solar térmica e proporcionou subsídios e créditos fiscais;

    -Irlanda substituiu concursos por tarifa feed-in e nova tarifa

  - Holanda reviu valor das tarifas para 2007;

   -Itália definiu tarifa para solar fotovoltaico;

   - Ontário passou a ser a segunda província do Canadá com tarifa feed-in;

   -  3 novos estados da Índia adoptaram tarifa feed - in;

    - EUA definiram um crédito fiscal de 30% para solar fotovoltaica para 2007;

   - Califórnia estendeu programa de subsídios a solar fotovoltaica até 2011 (3GW até 2017),

   - Austrália estendeu programa de subsídios a solarfotovoltaica durante 2006;

   - Shangai lançou iniciativa para colocar fotovoltaica em 100.000 telhados;

   - Suécia disponibilizou $12M para subsídios a solar fotovoltaica durante 3 anos;
  
   - Espanha tornou-se 1º país do mundo a obrigarsolar fotovoltaica em novos edifícios


  Dentro da conjuctura do mercado energético, destacamos o Brasil,em grande parte, alavancado ao PROINFA- Programa de incentivo às fontes alternativas de energia eléctrica. Em amplo desenvolvimento e com uma panóplia de recursos, que é um dos mercados mais estimulantes para as renováveis no século XXI.

   Alguns números:

 - 3.299,40 MW contratados de 144 projetos divididos nas fontes de eólica, Biomassa e PCH.

 -  Destes, 1.422,92 MW são provenientes de 54 projetos eólicos contratados.

 - 26 projetos eólicos em operação (572,38MW), 10 projetos (616,7 MW) com obras iniciadas e 17projetos (591,9 MW) com restrições.

 - Tudo aponta para que apenas 1.110,97MW estará em operação no final de 2010.

 

 

 

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