POLÍTICAS ENERGÉTICAS

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    Condicionantes:

   - Dependência energética , particularmente , em países que não possuem recursos fósseis e custos na economia real.

-  A aposta em recursos não renováveis leva a um aumento da poluição e consequente impacto nas alterações climáticas.

-   Apesar das renováveis terem um papel diminuto começam cada vez mais a ganhar relevo face ao petróleo e carvão e a ser uma aposta sobretudo na Europa, embora o USA venham a apostar numa mudança de paradigma  no início da nova década.

     Orientações:

       Verifica-se que a questão energética é uma questão política, pelo que a União Europia através das suas instituições, visa atingir três objectivos primordiais: 1.º) a sustentabilidade; 2.º) a segurança no abastecimento  ; 3.º) Competitividade;

     A política energética europeia baseia-se em grande parte na nova directiva: 2009/29/CE de 23 de Abril de 2009. Sendo 27 paises ,  a política é a dos “vinte”...

    A destacar:

- Redução de GEE até 30 % dos níveis de 1990,  redução de 20 % em qualquer caso;
- 20 % do mix energético em renováveis;
- Reduzir em 20 % as necessidades de energia primária;
- 10 % de biocombustíveis se a produção for sustentável e se a 2ª geração de biocombustíveis estiver disponível e for competiva a preços de mercado.
- 30 % de GEE comparado com 1990, num contexto de um acordo internacional pós-2012; 

   Outras medidas:

 - Não permitir que temperatura global aumente mais de 2 graus com o sistema europeu de comércio de emissões;
-  Actuação sobre o mercado de energia: separação da propriedade ( transporte, distribuição, comercialização e produção)-  “unbundling”;
- Aposta na tecnologia, sobretudo na captação de C02;
- Maior regulamentação, monitorização e controle das actividades de cada Estado Membro,
- Comércio de garantias de origem, para Estados que excedam o seu objectivo.

 

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